30 de junho de 2010

as nossas vidas.


A razão porque dói tanto separar-me de ti, é porque a minha alma está ligada a tua.
Talvez sempre tenha estado e sempre o fique. Talvez tenhamos vivido milhares de vidas antes desta, e em cada uma nos tenhamos reencontrado. E talvez que em cada uma tenhamos sido separados pelos mesmos motivos. Isto significa que esta despedida é, ao mesmo tempo, um adeus pelos últimos dez mil anos e um prelúdio ao que virá.
Quando olho para ti, vejo a tua beleza e graça, e sei que cresceram mais fortes com cada vida que viveste. E sei que gastei todas as vidas antes desta à tua procura. Não de alguém como tu, mas de ti, porque a minha alma têm que andar sempre junta à tua. E assim, por uma razão que nenhum de nós entende, fomos obrigados a dizer adeus.
Adoraria ouvir-te dizer que tudo correrá bem, que ficaremos finalmente juntos. Adoraria ouvir-te prometer que irias fazer tudo o que pudesses para garantir que assim fosse. Mas eu acredito que nos voltaremos a encontrar outra vez, e acredito que isto não é verdadeiramente um adeus, sei que nos veremos ainda noutra vida. E talvez, nessa altura, as estrelas tenham mudado, e nós não nos amemos apenas nesse tempo e por esse tempo, mas sim por todos os tempos que tivemos antes. (lsm. ♥)